Mas o figurino dos Fab Four não começou assim. Na primeira fase da banda, em Hamburgo, John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr se espelhavam nos roqueiros americanos da década de 50, como James Jean e Elvis, por exemplo.
Foi quando Brian Epstein se tornou empresário da banda, em 1961, que eles aderiram ao famoso terninho ’slim’. E o terninho acompanhou o quarteto até o disco “Help”, quando eles usaram capas especiais para as fotos. Este estilo de ação foi adotada do culto da juventude Mod, então no seu auge no Reino Unido. Este traje (ao invés de calças de couro, camisas xadrez e calças) tornou-se extremamente comum para as bandas novas para vestir depois de 1964.
Foi nesse época que, na segunda turnê pelos Estados Unidos, eles conheceram Bob Dylan e voltaram com um visual mais hippie, cores luminosas e ternos, camisas e calças com padrões florais. Entrou em cena, portanto, uma profusão de cores como na moda do final da década de 60 mesmo. Nessa fase hippie, eles também conheceram o indiano Maharishi Mahesh Yogi e moraram um tempo em Rishikesh, na Índia.
Quando eles voltaram de lá, montaram a Apple Corps, com uma butique que vendia desde incensos até roupas de estilistas pouco conhecidos –que não durou nem um ano. Depois disso, dá-lhe calça boca-de-sino e botas de veludo que todo mundo queria ter no auge da beatlemania. Até chegamos então às jaquetas militares da clássica capa do álbum Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band.
Ao final dos anos 1960, os Beatles tinham adotado tendências de moda mais casual, com t-shirts, calças jeans e jaquetas de brim. Lennon também popularizou os ternos brancos sólido, refletindo um interesse em design minimalista que também influenciou na capa do The Beatles. Essa mistura de casual wear e roupa formal não-convencional pode ser vista nos últimos anos dos Beatles.
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